Tcham, tcham: música é viral!
E "poxa, oh, quanta novidade e que descoberta incrível" pensa ironicamente você que lê esse texto agora... E eu concordo. Tudo isso um monte de gente também já reparou faz tempo. Mas resolvi dividir o meu ponto de vista sobre o assunto depois de dar uma bela olhada no lugar onde eu trabalho e achar que a gente devia ser motivo de estudo...
Tudo começa com um dia normal. Aí, um resolve assoviar qualquer coisa aqui. E pode esperar que alguém vai dar continuação pra um outro alguém do outro lado da sala terminar. E no meio disso tudo, mais um alguém vai batucar pra acompanhar, e como consequência, todos vão ficar com a tal da música na cabeça até que outra pessoa puxe a próxima e assim por diante.
E nesse momento entra o trabalho de Murphy (porque ele não consegue ficar de fora mesmo): um começa a cantar, os outros continuam, um assovia, um batuca, e a coisa nunca funciona com música boa. Nessa hora ninguém se lembra de música boa. A brincadeira nem vale se puxar música boa.
Agora vem os números: em uma sala com 42m², sai uma média semanal de 2 canções do Fagner, umas 3 do É o Tchan, alguns pagodes dor de cotovelo, uma pausa pra recitar o Cara, Caramba, Cara, Cara-ô, um pouco de Falcão, umas pérolas do brega nacional, a Galopeira e mais algumas que a gente deveria ter vergonha de saber, mas que se aparecem na cabeça por que guardá-las só pra si, não é mesmo?
Porque o importante é compartilhar e porque sempre vai ter alguém pra completar a melodia e cantar junto com você. E se o povo do Friends fazia, por que não eu, concordam?
Fui cantar por aí.
♫♫ Bjo! ♫♫
Me leva prá trabalhar com você.
ResponderExcluirNunca mudem isso, é muito bom.